História

ImagemA 08 de maio de 2014, um grupo de jovens da ilha do Faial reuniu-se com o intuito de dar os primeiros passos na constituição de uma instituição que materializasse os desejos da juventude; que dinamizasse e incentivasse a novidade na ilha do Faial, em especial na comunidade mais jovem. ​Consciente de uma sociedade jovem cada vez mais isolada no seu próprio mundo, este grupo propôs-se a criar algo que proporcionasse aos jovens ​algo diferente, algo que os levasse a sair do seu mundo e a conviver em sociedade.

Definida a designação a adotar, os estatutos a reger e marcada a escritura, é dado este grande passo na comunidade jovem da ilha do Faial, com a criação de uma associação sem fins lucrativos, com o objetivo de estimular a participação ativa, de forma direta ou indireta, dos jovens na sociedade. A 16 de julho de 2014 é criada a Associação de Jovens da Ilha do Faial​ (AJIFA).​

Cientes do desafio, a 23 de julho de 2014 são nomeados os primeiros Órgãos Sociais da ​AJIFA, para um mandato de 2 anos. Com a missão de dar os primeiros passos enquanto associação e estabelecer e executar um plano de atividades para 2014 onde os recursos eram escassos, a missão com maior importância e de maior dificuldade seria a credibilização da associação.

Sendo este um projeto novo na ilha, todas as ações inicialmente desenvolvidas tinham como objetivo dar a conhecer a AJIFA, transmitir à sociedade os seus objetivos, mostrar que este era um projeto com bases sólidas e com atividades dinâmicas e inovadoras.

Sem qualquer tipo de financiamento ​para além do apoio dado pelos associados, a AJIFA teria que desenvolver um plano de atividades financeiramente autossustentável e contar com a boa vontade de entidades públicas e privadas, que contribuíssem para a redução dos gastos através da cooperação na execução dos projetos da associação.

Depois de um primeiro ano de atividades que contribuíram para cimentar a presença desta nova associação na comunidade faialense, especialmente entre os mais jovens, a AJIFA tornou-se num projeto autossustentável e capaz de preencher um espaço que existia no conjunto de instituições públicas na ilha.